Por onde começar?!
Já tinha assistido o filme e achado sensacional e como não sou o tipo de pessoa que se importa com spoilers corri atrás do livro depois de assistir ao segundo filme e continuar incrivelmente impressionada com as ideias por trás dos tais Jogos Vorazes.
Não diria que o livro é infinitamente melhor que o filme, mas preenche muitas lacunas entre um acontecimento e outro e até mesmo dar explicações mais plausíveis para muitas das coisas que acontecem rápido demais durante a adaptação. Rápido demais, acho que é por isso que o filme perde, é rápido demais e você não tem tempo de digerir a maestria da história em si e da história de amor...
Eu estava na dúvida se torcia pelo Peeta ou Gale, depois de terminar de ler o primeiro livro, não me resta dúvida alguma... só espero que minhas apostas estejam certas sobre isso.
Além disso toda a evolução tecnológica é encantadora e assustadora ao mesmo tempo, fico me perguntando se algumas das coisas citadas no livro realmente acontecerão. Fico, também, revoltada que apesar de existir um processo mágico para eliminar cicatrizes super antigas ainda não inventaram nada melhor do que cera para fazer depilação. Hahaha.
Resumindo, leiam! Mesmo que já tenham visto o filme várias vezes, o livro vai abrir horizontes sobre essa história fantástica.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
The Hunger Games - Suzanne Collins
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
The Time of My Life - Cecelia Ahern
Tinha prometido que não ia comprar mais livro nenhum até terminar de ler os muitos que aguardam ansiosamente na fila, guardados no meu armário e às vezes passeando dentro da bolsa.
Me preparei psicologicamente para entrar na Livraria Cultura e não comprar nada, mas sabe como é né, isso simplesmente nunca dá certo. De qualquer maneira abri uma exceção porque a contracapa me prometia insights necessários sobre o meu momento: "Are you taking your life for granted?" ela dizia, e eu quase gritei: "Sim!".
Acabei lendo uma história deliciosa sobre Lucy Silchester e o encontro com sua vida, que é na verdade uma pessoa. Me vi tantas vezes na personagem e em suas trapalhadas. Que triste que minha vida não é uma pessoa chamada Cosmo que pode aparecer pra me ajudar a ver quanto tempo eu perco não vivendo tudo que eu poderia viver.
De qualquer maneira, eu recomendo! Pra rir e se emocionar e terminar querendo dar mais valor a cada momento vivido.
Me preparei psicologicamente para entrar na Livraria Cultura e não comprar nada, mas sabe como é né, isso simplesmente nunca dá certo. De qualquer maneira abri uma exceção porque a contracapa me prometia insights necessários sobre o meu momento: "Are you taking your life for granted?" ela dizia, e eu quase gritei: "Sim!".
Acabei lendo uma história deliciosa sobre Lucy Silchester e o encontro com sua vida, que é na verdade uma pessoa. Me vi tantas vezes na personagem e em suas trapalhadas. Que triste que minha vida não é uma pessoa chamada Cosmo que pode aparecer pra me ajudar a ver quanto tempo eu perco não vivendo tudo que eu poderia viver.
De qualquer maneira, eu recomendo! Pra rir e se emocionar e terminar querendo dar mais valor a cada momento vivido.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
Os melhores presentes são sempre simples prazeres
"as cores da tua colcha refazem-me em emoção
as livrarias os cafés
com que marcamos laços
e círculos de peito aberto
(página marcada de um romance
que recontamos em recôncavo alcance)
simple pleasures, os tons pastéis
daquelas tardes, serenos
como em serenata os gizes
de pastéis matizes usei
um desenho uma leitura
de infância um presente
a foto fecha bem
sem filtro me diz
que não estarei tão ausente"
Diego Fracari
segunda-feira, 29 de abril de 2013
A experiência teatro
Quando eu ia ao teatro e sentava lá julgando a atuação e a iluminação e o cenário e o roteiro e a trilha sonora, me sentindo A crítica, não sabia como era difícil. Então eu tive a oportunidade de entrar para um grupo de teatro, pequeno, mas que logo se tornou grande em mim. Ensaiar, entender, discutir. Minha rotina incluía agora a mágica teatral e foi especial, cada segundo.
Agora digo, se surgir a chance: faça teatro. Posso riscar isso da minha bucket list depois de ter me divertido muito no processo. Mais uma vez minha teoria de que o grupo de pessoas com quem se está faz toda a diferença se tornou verdadeira, porque tive a sorte de encontrar o melhor grupo de pessoas que podia imaginar. Só tenho a agradecer.
Agora digo, se surgir a chance: faça teatro. Posso riscar isso da minha bucket list depois de ter me divertido muito no processo. Mais uma vez minha teoria de que o grupo de pessoas com quem se está faz toda a diferença se tornou verdadeira, porque tive a sorte de encontrar o melhor grupo de pessoas que podia imaginar. Só tenho a agradecer.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Buenos Aires, here I come!
As merecidas férias! Finalmente estou(amos) - eu, a Pri e a Dessa - indo para Argentina. Planos, animação, roteiros, lista de compras... Tudo preparado. E que bom começar o ano bem começado, com novos e bons ares, longe da vida comum e chata do ano todo. Tempo de se reinventar e renovar as promessas. Esse ano decidi inovar não só nas promessas, mas no alvo delas também: agora eu prometo para mim mesma. Lidar com o drama do estar sozinha nunca é fácil, pelo menos para mim, mas 2013 trará mudanças, e a primeira delas é que estar comigo mesma não vai mais ser problema, vai ser solução, vai ser a paz que eu tô precisando, que todos precisam em algum ponto. Essa viagem é só o começo.
A verdade é que estar bem consigo mesmo deveria ser regra. Assim como escutar música em público com fone, dar seta antes de mudar de faixa e levantar do assento preferencial quando preciso. O problema é a comodidade, né? Assim como ninguém respeita essas coisas, também ninguém nunca quer ficar consigo mesmo, porque dá, além de medo, trabalho. Afinal quando ficamos sozinhos descobrimos quem somos de verdade: que aquela banda que você ouvia sempre nem te faz falta agora que ninguém te obriga a ouvir e você vai ter que comprar CDs novos; ou que aquele seriado que não dava tempo de assistir é o seu preferido e você vai ter que baixar todos os episódios atrasados; ou que você está melhor com alguém que te aceita e realmente te ama do que com alguém que não, mesmo que esse alguém seja você mesmo, e você precisa ficar sozinho. Decidir sozinho, escolher sozinho, comer sozinho, dormir sozinho, sonhar sozinho. E a expectativa é que seja não só bom, mas melhor. Que seja finalmente feliz.
1. Ficar BEM sozinha.
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